Com sinceridade, responda
Para isso, precisamos debater o tema da forma correta.
O bullying virou uma palavra usada para explicar quase tudo — e, ao mesmo tempo, uma palavra que muitas vezes deixou de ser levada a sério.
Entre a banalização e a negação existe um espaço que quase ninguém quer ocupar: o da conversa honesta.
É nesse espaço que nasce o movimento “Viva o Bullying”.
Não é apenas sobre punir agressores ou consolar vítimas. É sobre devolver a cada pessoa a responsabilidade sobre aquilo que ela produz nos outros e a verdade se enxergar em sua libertadora integridade.
Viva o Bullying — um olhar inteligente para a dor. Antes de ser uma vivência, uma conversa ou um movimento, Viva o Bullying nasceu como livro. Uma tentativa de olhar para um dos temas mais delicados da convivência humana sem cair nas respostas fáceis.


Antes de escrever sobre bullying, Dhan Maná precisou aprender a conviver com ele.
Apelidos. Olhares. Piadas. A diferença transformada em motivo para apontar.
Durante muito tempo, o humor foi sua maneira de sobreviver àquilo.
Hoje, ele transforma essa experiência em uma conversa.
Não para ensinar crianças a terem medo do bullying.
Mas para ajudá-las a compreender o que existe por trás dele.
Chegou a hora de debater o tema como nunca se fez neste país.
A vivência

Em vez de trabalhar apenas a punição do agressor ou o acolhimento da vítima, o encontro convida toda a comunidade a olhar para as raízes da violência e para a necessidade humana de pertencimento.
Por meio de uma experiência leve e profunda, estudantes percebem que cada palavra, atitude e escolha pode construir ou destruir a vida de alguém.
Viva o Bullying me surpreendeu desde o início, por lidar com um tema tão sério de uma maneira ao mesmo tempo profunda e leve. Ele nos convida a olhar para a dor que tantas vezes escondemos atrás de uma brincadeira, de um silêncio ou de um sorriso. Um livro necessário porque não oferece respostas fáceis: oferece, antes de tudo, um novo jeito de abordar esse assunto, com um novo ponto de vista.
Há uma diferença entre ensinar uma criança a ser forte e ensiná-la a suportar a violência. Viva o Bullying nos lembra que coragem também é construir ambientes onde ninguém precise aprender a sobreviver sozinho. Ele toca fundo com respeito e empatia.
Talvez a pergunta mais importante sobre o bullying não seja ‘por que ele fez isso?’, mas ‘por que todos nós permitimos que isso continuasse acontecendo?’. Este livro abre essa conversa sem medo.
No ambiente profissional, comportamentos de humilhação, exclusão, constrangimento e violência psicológica também podem afetar pessoas, relações e equipes.
O “Viva o Bullying” também atua junto a empresas e organizações, levando essa conversa para o mundo do trabalho e criando espaços de reflexão sobre respeito, convivência e prevenção dessas violências.
Porque ambientes mais saudáveis começam quando aprendemos a reconhecer aquilo que muitas vezes foi normalizado.
Sua empresa quer abrir essa conversa?
Conversar com o Viva o Bullying →Para estudantes, educadores e toda a comunidade escolar.
Porque bullying, humilhação, exclusão e violência relacional não terminam quando deixamos a escola.
Porque aquilo que acontece no corredor também chega em casa.
Em movimento
Lançamento do livro
Nas empresas
Quem faz o movimento

Palestrante, jornalista e autor
Nasceu sem a mão e parte do braço direito. Cresceu enfrentando o bullying pelo corpo e pelo sobrenome, usando o humor como escudo.
Atuou na produção da Rede Globo e tornou-se repórter na Record TV, com passagens pelo Domingo Espetacular e Jornal da Record. Autor da canção “A Cura” e criador de um adaptador para tocar ukulele com uma mão.

Consultor e mentor sênior
Mais de 30 anos de atuação em desenvolvimento humano, processos de aprendizagem e gestão de projetos corporativos.
Orientador comportamental e facilitador de vivências, dedica-se a transformações conscientes em corporações e instituições de ensino.
Contato
Uma conversa pode começar em uma escola.
Uma pergunta pode mudar uma relação.
Uma pessoa pode decidir não repetir aquilo que um dia fizeram com ela.
É assim que um movimento começa.