Com sinceridade, responda

E se a gente estiver falando de bullying do jeito errado?

Para isso, precisamos debater o tema da forma correta.

Nós temos uma proposta que pode mexer com as estruturas das dinâmicas do Bullying.

O bullying virou uma palavra usada para explicar quase tudo — e, ao mesmo tempo, uma palavra que muitas vezes deixou de ser levada a sério.

Entre a banalização e a negação existe um espaço que quase ninguém quer ocupar: o da conversa honesta.

É nesse espaço que nasce o movimento “Viva o Bullying”.

Não é apenas sobre punir agressores ou consolar vítimas. É sobre devolver a cada pessoa a responsabilidade sobre aquilo que ela produz nos outros e a verdade se enxergar em sua libertadora integridade.

Onde tudo começou

Viva o Bullying — um olhar inteligente para a dor. Antes de ser uma vivência, uma conversa ou um movimento, Viva o Bullying nasceu como livro. Uma tentativa de olhar para um dos temas mais delicados da convivência humana sem cair nas respostas fáceis.

Capa do livro Viva o Bullying, de Dhan Maná
Viva o Bullying · Dhan Maná · Um olhar inteligente pra dor
Retrato de Dhan Maná

Eu conheço o bullying de perto.

Antes de escrever sobre bullying, Dhan Maná precisou aprender a conviver com ele.

Apelidos. Olhares. Piadas. A diferença transformada em motivo para apontar.

Durante muito tempo, o humor foi sua maneira de sobreviver àquilo.

Hoje, ele transforma essa experiência em uma conversa.

Não para ensinar crianças a terem medo do bullying.

Mas para ajudá-las a compreender o que existe por trás dele.

Chegou a hora de debater o tema como nunca se fez neste país.

A vivência

Não é uma palestra.
É uma realização coletiva.

Dhan Maná conduzindo a vivência Viva o Bullying diante de uma turma de estudantes
Encontro com estudantes durante a vivência

A proposta do encontro

Em vez de trabalhar apenas a punição do agressor ou o acolhimento da vítima, o encontro convida toda a comunidade a olhar para as raízes da violência e para a necessidade humana de pertencimento.

Por meio de uma experiência leve e profunda, estudantes percebem que cada palavra, atitude e escolha pode construir ou destruir a vida de alguém.

Modelo e duração

Modelo
Presencial
Duração
1h45
Público
Ensino Fundamental e empresas
Espaço
Auditórios, ginásios e salas corporativas

As vozes do movimento

Viva o Bullying me surpreendeu desde o início, por lidar com um tema tão sério de uma maneira ao mesmo tempo profunda e leve. Ele nos convida a olhar para a dor que tantas vezes escondemos atrás de uma brincadeira, de um silêncio ou de um sorriso. Um livro necessário porque não oferece respostas fáceis: oferece, antes de tudo, um novo jeito de abordar esse assunto, com um novo ponto de vista.
Rodrigo Keller, Editor e Escritor
Há uma diferença entre ensinar uma criança a ser forte e ensiná-la a suportar a violência. Viva o Bullying nos lembra que coragem também é construir ambientes onde ninguém precise aprender a sobreviver sozinho. Ele toca fundo com respeito e empatia.
Antonio Magalhães, Jornalista
Talvez a pergunta mais importante sobre o bullying não seja ‘por que ele fez isso?’, mas ‘por que todos nós permitimos que isso continuasse acontecendo?’. Este livro abre essa conversa sem medo.
Adriana Sormani, Professora

E quando o bullying chega ao trabalho?

No ambiente profissional, comportamentos de humilhação, exclusão, constrangimento e violência psicológica também podem afetar pessoas, relações e equipes.

O “Viva o Bullying” também atua junto a empresas e organizações, levando essa conversa para o mundo do trabalho e criando espaços de reflexão sobre respeito, convivência e prevenção dessas violências.

Porque ambientes mais saudáveis começam quando aprendemos a reconhecer aquilo que muitas vezes foi normalizado.

Sua empresa quer abrir essa conversa?

Conversar com o Viva o Bullying →

Resultados

Objetivo da vivência

  • 01Entendimento da raiz que constrói a dinâmica do bullying.
  • 02Consciência individual e coletiva sobre as consequências das ações.
  • 03Empatia e respeito profundo às diferenças.
  • 04Reflexão sobre autoestima, pertencimento e identidade.
  • 05Diálogo e resolução pacífica de conflitos.
  • 06Senso de responsabilidade pessoal.

Para quem é o movimento?

Escolas

Para estudantes, educadores e toda a comunidade escolar.

Empresas

Porque bullying, humilhação, exclusão e violência relacional não terminam quando deixamos a escola.

Famílias

Porque aquilo que acontece no corredor também chega em casa.

Em movimento

Lançamento do livro

Nas empresas

Quem faz o movimento

Retrato de Dhan Maná

Dhan Maná

Palestrante, jornalista e autor

Nasceu sem a mão e parte do braço direito. Cresceu enfrentando o bullying pelo corpo e pelo sobrenome, usando o humor como escudo.

Atuou na produção da Rede Globo e tornou-se repórter na Record TV, com passagens pelo Domingo Espetacular e Jornal da Record. Autor da canção “A Cura” e criador de um adaptador para tocar ukulele com uma mão.

Retrato de Walter Yoda

Walter Yoda

Consultor e mentor sênior

Mais de 30 anos de atuação em desenvolvimento humano, processos de aprendizagem e gestão de projetos corporativos.

Orientador comportamental e facilitador de vivências, dedica-se a transformações conscientes em corporações e instituições de ensino.

Quer entender como podemos construir essa experiência na sua escola?

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Uma conversa pode começar em uma escola.

Uma pergunta pode mudar uma relação.

Uma pessoa pode decidir não repetir aquilo que um dia fizeram com ela.

É assim que um movimento começa.

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